Entre todos os nossos entretantos.
Eu tinha então 13 anos. Você, 10 e nada a ver com isso.
O acampamento fora esdrúxulo, a volta, torta. O dia seguinte se resumia àquele segundo de ansiedade que não passa, àquela esperança que não sabe vencer o choro. O hospital que não aceitou os meus treze anos não sabe o que fez com o significado dos quatorze, dos dezesseis, dos dezoito.
Eu vi as pessoas chegarem de longe pra correr às janelas e afogar os olhos no céu, sem entender. Preces e telefonemas, decisões e vôos, malas e silêncio.
A gente fazia máscaras de oxigênio com os abraços mais próximos: era a urgência de ar.
Mas depois das horas de estrada, da chuva que já não me lembro se caiu no céu ou só nas minhas bochechas... Depois do relógio me sussurrar as duas e meia da manhã e dos ponteiros fincarem meu peito... Quando as rosas se fizeram cheiro e atacaram as minhas narinas e os meus pulmões e eu não entendi... (alguém explicou que aquilo era cheiro de morte em qualquer hora que fosse) Quando eu não pude comer por aquela mesma boca arrasada que não dissera adeus e o mundo se tornou pequeno no meu soluço, e o ar e o sono perderam-se de mim! Aí você teve que ver com isso. Eu te fiz ter que ver, ter que vir, porque agora a máscara provisória não me salvaria mais.
A gente era tão novo.
"Mãe, o Maurício vem? Por favor, pede pra alguém me trazer o Maurício"
Era o meu primeiro encontro com a morte.
E não houve pai nem mãe, nem primo nem avó, nem anjo ou deus nenhum que me acalmasse. Não houve palavra de consolo, família reunida ou pétala de rosa que me fizesse respirar de novo
enquanto não chegou o seu abraço. Um abraço de dez anos de idade. 10 anos que já sabiam o que era não ter avô mas, muito mais que isso, que sabiam me abraçar como ninguém mais nesse mundo.
"Mãe, por favor, pede pra alguém me trazer o Maurício"
Vida que segue, você cresceu, as coisas mudam
Mas quando a saudade me estremece ou falta você nas suas palavras
é esse episódio que pula do peito.
"o Maurício vem?Por favor..."
Entre todos os nossos entretantos.
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sábado, 16 de abril de 2011
Laços
É quando a sua ausência me surpreende pelos corredores que eu mais brinco de faz-de-conta.
Por algum desses mistérios das estrelas, eu finjo que algum dia nós nos conhecemos de verdade. E que essa pirueta que o vento deu justo naquele banco em que você subia...
Ah, Aquela pirueta é um cartão postal vindo da França!
No meu sonho de um segundo não existe burocracia nem preço e as suas sapatilhas voaram lá de longe, bailaram nuvens afora só pra me dizer que as ruas de Paris são do jeitinho que você esperava, são do tamanho que a sua memória de treze anos guardou um dia. São sapatilhas velhas e gastas, como sempre sonharam ser. E vêm voando em livros quase novos, com o gosto vermelho do chocolate amargo que derrete na boca.
Eu pisquei os olhos naquele bar em que você chorava, eu só reabri depois do flash e... passou. De repente, a crise do terceiro ano é minha e eu não tenho ideia de onde você se meteu. Eu não teria como saber e já não faz tanta diferença. No meu sonho, foi num ballet parisiense.
E os dias de céu azul bem brasileiros ficaram, pra eu te abraçar quando quiser
(no sagrado silêncio das almas desconhecidas que se entendem)
Por algum desses mistérios das estrelas, eu finjo que algum dia nós nos conhecemos de verdade. E que essa pirueta que o vento deu justo naquele banco em que você subia...
Ah, Aquela pirueta é um cartão postal vindo da França!
No meu sonho de um segundo não existe burocracia nem preço e as suas sapatilhas voaram lá de longe, bailaram nuvens afora só pra me dizer que as ruas de Paris são do jeitinho que você esperava, são do tamanho que a sua memória de treze anos guardou um dia. São sapatilhas velhas e gastas, como sempre sonharam ser. E vêm voando em livros quase novos, com o gosto vermelho do chocolate amargo que derrete na boca.
Eu pisquei os olhos naquele bar em que você chorava, eu só reabri depois do flash e... passou. De repente, a crise do terceiro ano é minha e eu não tenho ideia de onde você se meteu. Eu não teria como saber e já não faz tanta diferença. No meu sonho, foi num ballet parisiense.
E os dias de céu azul bem brasileiros ficaram, pra eu te abraçar quando quiser
(no sagrado silêncio das almas desconhecidas que se entendem)
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
Cresceu
Com pesadelos impulsionando os pés, ela corria pelo bosque na esperança última de ainda salvá-lo. Que se danasse a promessa de última vez feita antes, era mais importante salvá-lo!
De repente, ele sorriu.
Joelhos ralados, arranhões nos braços e lágrimas nos olhos. Do meio das pedras e dos espinhos, aquele sorriso foi uma flor, e ela não conseguiu entender como ele podia parecer tão quente e confortável naquele ambiente gelado e áspero. Tinha ido até lá aos pulos, com sua manta cor de rosa ou azul bêbê, tinha ido resgatá-lo daquela agonia e desespero e... Espera.
Ele gargalhava deliciosamente no meio das pedras que a ela pareceram um filme de terror. Os traços de menino tinham endurecido, o brilho dos olhos parecera fosco ou talvez apenas menos inquieto. Ela tinha ido com todas as suas expectativas salvá-lo do abandono e da tristeza com seus banhos de carinho.E ele não tava nem aí
Prece de berço e abraço aceitos, mas ele já não era mais criança assim. E nem percebeu quando seu sorriso aqueceu-lhe a alma e fez respirar mais leve o coração. Ela entendeu que por mais estranho que parecesse, aquele era o ninho dele.
E na sua nobilíssima missão de salvamento, inverteram-se os papeis:
foi ele que a resgatou do frio.
De repente, ele sorriu.
Joelhos ralados, arranhões nos braços e lágrimas nos olhos. Do meio das pedras e dos espinhos, aquele sorriso foi uma flor, e ela não conseguiu entender como ele podia parecer tão quente e confortável naquele ambiente gelado e áspero. Tinha ido até lá aos pulos, com sua manta cor de rosa ou azul bêbê, tinha ido resgatá-lo daquela agonia e desespero e... Espera.
Ele gargalhava deliciosamente no meio das pedras que a ela pareceram um filme de terror. Os traços de menino tinham endurecido, o brilho dos olhos parecera fosco ou talvez apenas menos inquieto. Ela tinha ido com todas as suas expectativas salvá-lo do abandono e da tristeza com seus banhos de carinho.E ele não tava nem aí
Prece de berço e abraço aceitos, mas ele já não era mais criança assim. E nem percebeu quando seu sorriso aqueceu-lhe a alma e fez respirar mais leve o coração. Ela entendeu que por mais estranho que parecesse, aquele era o ninho dele.
E na sua nobilíssima missão de salvamento, inverteram-se os papeis:
foi ele que a resgatou do frio.
sábado, 2 de outubro de 2010
Maternal
Já estava quase claro e quase perto. E aí não ia ser tão perigoso fazer aquele caminho, nem tão amedrontador largar aquela mão. Aqueles dedinhos tão gelados que pediam um olhar que os aquecesse... E ela ali, obrigada a fechar os olhos pra eles, sem nem uma lágrima permitida de explicação.
Acordava em desespero tantas vezes, como se ele ainda fosse um embrulhinho, uma presa mal protegida na cesta e nos lençóis da noite fria. Como se nunca tê-lo adotado fosse tão cruel quanto o drama daqueles pesadelos em que ela o abandonava na noite, dedos frios sem abraço. Os dedos que depois ficaram ágeis e os olhinhos brilhantes de novas perguntas, novas fantasias. Quantos anos já teria? Quantas vezes ele ainda lembraria sua prece, aquela mesma que ela lhe repetiria para sempre em frente ao berço vazio? Depois daquele adeus doído e largo, o colo dela nunca mais seria o mesmo.
E rezava aos anjos que se ninguém - Deus do céu! - se ninguém mais se lembrasse de contar-lhe alguma história e colecionar coisas lindas com afagos nos cabelos lisos... Que os querubins o protegessem e trouxessem nos seus sonhos notícias gostosas do céu. Ele pelo menos saberia quando foi que o menino Jesus desceu por aqui e jogou bola.
Estava tão perto agora e o peito doía. Quão crescida seria sua angústia quando os visse assim, gentes-grandes e sem nenhum traço de lembrança dela? Viu de longe o mais velho, tão diferente e sentiu o conhecido golpe de ciúme. Aquele não era seu, nunca fora. Asas de águia o amparavam agora e a ela não era permitido carinho nenhum. E o pequeno? Às vezes achava um espaço escondido no ninho, mas era difícil. Estava quase claro... e muito perto. Ela preferiu ir embora antes que conseguisse ver, antes que ele mal-entendesse a sua saudade.
Era um desses Amores tão grandes...
Já não podia chorá-lo sem que escorresse a alma pelo rosto...
Acordava em desespero tantas vezes, como se ele ainda fosse um embrulhinho, uma presa mal protegida na cesta e nos lençóis da noite fria. Como se nunca tê-lo adotado fosse tão cruel quanto o drama daqueles pesadelos em que ela o abandonava na noite, dedos frios sem abraço. Os dedos que depois ficaram ágeis e os olhinhos brilhantes de novas perguntas, novas fantasias. Quantos anos já teria? Quantas vezes ele ainda lembraria sua prece, aquela mesma que ela lhe repetiria para sempre em frente ao berço vazio? Depois daquele adeus doído e largo, o colo dela nunca mais seria o mesmo.
E rezava aos anjos que se ninguém - Deus do céu! - se ninguém mais se lembrasse de contar-lhe alguma história e colecionar coisas lindas com afagos nos cabelos lisos... Que os querubins o protegessem e trouxessem nos seus sonhos notícias gostosas do céu. Ele pelo menos saberia quando foi que o menino Jesus desceu por aqui e jogou bola.
Estava tão perto agora e o peito doía. Quão crescida seria sua angústia quando os visse assim, gentes-grandes e sem nenhum traço de lembrança dela? Viu de longe o mais velho, tão diferente e sentiu o conhecido golpe de ciúme. Aquele não era seu, nunca fora. Asas de águia o amparavam agora e a ela não era permitido carinho nenhum. E o pequeno? Às vezes achava um espaço escondido no ninho, mas era difícil. Estava quase claro... e muito perto. Ela preferiu ir embora antes que conseguisse ver, antes que ele mal-entendesse a sua saudade.
Era um desses Amores tão grandes...
Já não podia chorá-lo sem que escorresse a alma pelo rosto...
terça-feira, 14 de setembro de 2010
Para Luna Clara!
Quando chegou a minha vez, tinha só uniforme e voz de sonho. Tinha, na verdade, um desejo qualquer e pueril de sentir de perto o cheiro daquele sorriso. E o livro pra ela autografar?
Não tinha livro. Tinha eu, menina, eufórica, de joelhos. Nem haver não havia. Tinha mesmo. Naqueles dois minutos, era ter, com sujeito. Dela o meu ajoelhar sem suplício, com êxtase só defronte a cadeira. Era dela e da poesia, mas era pessoal - por isso tinha sem haver.
"Me dá uma palavra?"
"Uma palavra?"
"É... eu queria pedir (e aí já tava pedido!)..."
Sem se aborrecer, ela foi digna do Asteróide B612 e ficou procurando o carneiro ou a caixa que ia me desenhar, bem séria.
"Uma só? Que difícil!"
Num pedaço de papel rasgado e muito mais dentro do brilho que ela deixou cair nos meus olhos,
eu trago um autógrafo lindo e dois dos presentes mais encantados que já recebi. Depois de muito pensar, ela deixou escorrer mais um sorriso que eu guardo dentro da caixa e tento ao mesmo tempo espalhar de novo:
amor e gentileza.
Não tinha livro. Tinha eu, menina, eufórica, de joelhos. Nem haver não havia. Tinha mesmo. Naqueles dois minutos, era ter, com sujeito. Dela o meu ajoelhar sem suplício, com êxtase só defronte a cadeira. Era dela e da poesia, mas era pessoal - por isso tinha sem haver.
"Me dá uma palavra?"
"Uma palavra?"
"É... eu queria pedir (e aí já tava pedido!)..."
Sem se aborrecer, ela foi digna do Asteróide B612 e ficou procurando o carneiro ou a caixa que ia me desenhar, bem séria.
"Uma só? Que difícil!"
Num pedaço de papel rasgado e muito mais dentro do brilho que ela deixou cair nos meus olhos,
eu trago um autógrafo lindo e dois dos presentes mais encantados que já recebi. Depois de muito pensar, ela deixou escorrer mais um sorriso que eu guardo dentro da caixa e tento ao mesmo tempo espalhar de novo:
amor e gentileza.
quinta-feira, 24 de junho de 2010
Ausência
A você que eu perdi pelo caminho e que me aparece entre a vigília e os sonhos...
Às vezes eu me assusto que você cresça e eu já não esteja mais aí, onde quer que seja isso.
E que eu já não te conte histórias, não divida dias, segredos e abraços...
Tem dias que a minha alma dói de pensar a sua mão sozinha naquela hora em que a minha gostava de estar perto pra dizer que ia passar;
E outros em que esse seu olhar tão criança brinca com a minha nostalgia, vem cochichar no meu ouvido que ele amadureceu e corre o risco de talvez virar olhar de gente grande.
Eu me assusto!
Ainda tinha tantos vales encantados pra eu te mostrar antes que a gente crescesse! Mas eu sei que naquele sorriso você vai guardar pra sempre uma pontinha da criança, uma lista de coisas lindas. Às vezes o meu coração vai aí e te abraça calado. Ele vigia o seu sono e aquele quarto antigo que eu nunca vou saber se mudou.
Você vai ser grande tão logo e eu agora já passei. Já não posso querer ser junto ou te por no colo. Nem trocar aqueles papéis todos tão malucos.
A você que na verdade são tantos, são tantas. Que talvez nunca façam ideia.
Eu confesso que sinto saudades
Eu desejo feliz aniversário;
uma páscoa deliciosa;
um Natal muito lindo;
Feliz Ano Novo!...
A você que veio, colou sua lista e me deixou só com um abraço pra respirar
Que não responde mais ao meu sorriso
Ou você que ficou bem ali esperando que voltasse sem nunca tentar vir também
A você que consegue entender que no fundo, no fundo, faz sentido
eu vim dizer que te amo
Nas datas e fora delas, de olhos e ouvidos tantas vezes fechados
pras distâncias, brigas e ausências
Que eu os amo, a todos vocês
Mesmo que esse eu que vocês fizeram, talvez nunca os conheça de novo
Eu vim dizer que em certas madrugadas
vocês me deixam numa saudade danada de mim!
Às vezes eu me assusto que você cresça e eu já não esteja mais aí, onde quer que seja isso.
E que eu já não te conte histórias, não divida dias, segredos e abraços...
Tem dias que a minha alma dói de pensar a sua mão sozinha naquela hora em que a minha gostava de estar perto pra dizer que ia passar;
E outros em que esse seu olhar tão criança brinca com a minha nostalgia, vem cochichar no meu ouvido que ele amadureceu e corre o risco de talvez virar olhar de gente grande.
Eu me assusto!
Ainda tinha tantos vales encantados pra eu te mostrar antes que a gente crescesse! Mas eu sei que naquele sorriso você vai guardar pra sempre uma pontinha da criança, uma lista de coisas lindas. Às vezes o meu coração vai aí e te abraça calado. Ele vigia o seu sono e aquele quarto antigo que eu nunca vou saber se mudou.
Você vai ser grande tão logo e eu agora já passei. Já não posso querer ser junto ou te por no colo. Nem trocar aqueles papéis todos tão malucos.
A você que na verdade são tantos, são tantas. Que talvez nunca façam ideia.
Eu confesso que sinto saudades
Eu desejo feliz aniversário;
uma páscoa deliciosa;
um Natal muito lindo;
Feliz Ano Novo!...
A você que veio, colou sua lista e me deixou só com um abraço pra respirar
Que não responde mais ao meu sorriso
Ou você que ficou bem ali esperando que voltasse sem nunca tentar vir também
A você que consegue entender que no fundo, no fundo, faz sentido
eu vim dizer que te amo
Nas datas e fora delas, de olhos e ouvidos tantas vezes fechados
pras distâncias, brigas e ausências
Que eu os amo, a todos vocês
Mesmo que esse eu que vocês fizeram, talvez nunca os conheça de novo
Eu vim dizer que em certas madrugadas
vocês me deixam numa saudade danada de mim!
sexta-feira, 9 de abril de 2010
A menina que roubava palavras...
Quase rouba a cena com os seus olhos que leêm tudo.
E a gente fica tentando te ler de volta enquanto você silencia enigmas. A gente fica tentando ser texto e te enxergar do avesso porque esse olhar que nos atravessa tem qualquer coisa de muito intrigante, tem qualquer coisa que barra o passo à frente e, ao mesmo tempo, convida provocadora "chega mais perto? Não vai embora"
Tão calada, com esse ar de quem vive em algum meio de caminho, em alguma suspensão de dois mundos quase-um, quase iguais ao nosso... com só um quase de distância
Paro por aqui, em reforma. Até o Mau aparecer com o resto do texto. (Lembra?)
E a gente fica tentando te ler de volta enquanto você silencia enigmas. A gente fica tentando ser texto e te enxergar do avesso porque esse olhar que nos atravessa tem qualquer coisa de muito intrigante, tem qualquer coisa que barra o passo à frente e, ao mesmo tempo, convida provocadora "chega mais perto? Não vai embora"
Tão calada, com esse ar de quem vive em algum meio de caminho, em alguma suspensão de dois mundos quase-um, quase iguais ao nosso... com só um quase de distância
Paro por aqui, em reforma. Até o Mau aparecer com o resto do texto. (Lembra?)
sexta-feira, 23 de maio de 2008
Meia Noite de Saudade
So...That's it
Mas que eu saiba você nasceu às dez... Pra mim foi às dez e vinte e nem há dezessete anos. É como se houvesse.
Eu me traí...Você nem mesmo está na Suíça e nesse estado sem oceanos, são as estradas que nos separam. A minha saudade tomou uma forma tão definida que poderia facilmente confundir-se com um coração de verdade.
Mas ela não é saudável...Ela é uma indignação que me pergunta violenta por que não fui te ver, não surgi do chão. Por que é que eu não vou aparecer hoje e deixar as sandálias e os óculos pra fora, estragando a surpresa? Esse ano não tem surpresa... E eu queria tanto que fosse mentira!
A vocês que não estão entendendo nada, explico:
She's Florastrasse, the best genious ever.
E pra mim,ela nasceu naquela escada, naquele sorriso. Naquela indecisão entre matérias e professores e no xingamento polido que ninguém mais faria tão espontâneo. Pra mim, e talvez apenas pra mim, ela cresceu naqueles tapas insanos corredores afora, naquelas dores de Atena e de Ísis, na pressa dos escaninhos... Ela amadureceu nas esquinas das nossas saudades, na física dos aeroportos, nas pessoas dos nossos e-mails, nas mais de cem páginas de cartas, nas gargalhadas infantis, numa clara conversa de escuro.
Elle est une persone qui ne parle pas français, mais qui me comprend en tout les langues du monde!
E eu não me arriscaria a escrever em alemão, mas no fim das contas, são os olhares que contam, e não a cor dos olhos...
Ela masca os meus clichês...até que virem chiclés
Arromba armários e desesperos.
É a Flora
sabem?
Aquela que me rasga de saudades...
A geminiana mais incrível que eu já conheci.
Que o seu dia seja tão longo quanto o tempo que eu demorei pra achar as palavras de hoje;
Tão intenso quanto as emoções que você transborda;
Tão marcante quanto a saudade que eu sinto nesse momento
Tão invencível quanto o meu amor à alma mais atriz do mundo
Tão brega quanto esse fim de post
Pra que você possa rir bastante.
Você não tem idéia do quanto eu queria estar aí... Comprovando o que você disse sobre te mimar demais. Love me too? Come on, shut up,please!
Mas que eu saiba você nasceu às dez... Pra mim foi às dez e vinte e nem há dezessete anos. É como se houvesse.
Eu me traí...Você nem mesmo está na Suíça e nesse estado sem oceanos, são as estradas que nos separam. A minha saudade tomou uma forma tão definida que poderia facilmente confundir-se com um coração de verdade.
Mas ela não é saudável...Ela é uma indignação que me pergunta violenta por que não fui te ver, não surgi do chão. Por que é que eu não vou aparecer hoje e deixar as sandálias e os óculos pra fora, estragando a surpresa? Esse ano não tem surpresa... E eu queria tanto que fosse mentira!
A vocês que não estão entendendo nada, explico:
She's Florastrasse, the best genious ever.
E pra mim,ela nasceu naquela escada, naquele sorriso. Naquela indecisão entre matérias e professores e no xingamento polido que ninguém mais faria tão espontâneo. Pra mim, e talvez apenas pra mim, ela cresceu naqueles tapas insanos corredores afora, naquelas dores de Atena e de Ísis, na pressa dos escaninhos... Ela amadureceu nas esquinas das nossas saudades, na física dos aeroportos, nas pessoas dos nossos e-mails, nas mais de cem páginas de cartas, nas gargalhadas infantis, numa clara conversa de escuro.
Elle est une persone qui ne parle pas français, mais qui me comprend en tout les langues du monde!
E eu não me arriscaria a escrever em alemão, mas no fim das contas, são os olhares que contam, e não a cor dos olhos...
Ela masca os meus clichês...até que virem chiclés
Arromba armários e desesperos.
É a Flora
sabem?
Aquela que me rasga de saudades...
A geminiana mais incrível que eu já conheci.
Que o seu dia seja tão longo quanto o tempo que eu demorei pra achar as palavras de hoje;
Tão intenso quanto as emoções que você transborda;
Tão marcante quanto a saudade que eu sinto nesse momento
Tão invencível quanto o meu amor à alma mais atriz do mundo
Tão brega quanto esse fim de post
Pra que você possa rir bastante.
Você não tem idéia do quanto eu queria estar aí... Comprovando o que você disse sobre te mimar demais. Love me too? Come on, shut up,please!
sábado, 29 de março de 2008
Nesta data querida
Estou um pouco atrasada, mas ontem as idéias não vieram
anyway...valem as intenções e os desejos? Eu acho que valem.
Então finjam que esse post foi escrito dia 28 de março, ok?
E nesse dia lindo, eu resolvi dar um presente cheio de saudade pro meu irmão sumido, que há cinco posts não aparece aqui! Um dia, me deram esse anel. E eu demorei muito a entender como ele funciona mas dizem que depois que a gente entende, deve repassá-lo a alguém realmente importante e que fará bom uso dele...
" E agora é chegado o momento de abrir o seu presente. Presentes de lata e vidro amassam e quebram num dia, somem para sempre. Mas eu tenho um presente melhor para você.É um anel para você usar. Cintila com uma luz especial e não pode ser tirado por ninguém, não pode ser destruído.
Somente você, no mundo inteiro, pode ver o anel que lhe dou hoje, como fui o único que pude vê-lo quando era meu.O anel lhe dá um novo poder. Usando-o, você pode alçar vôo nas asas de todos os pássaros que voam.Pode ver através dos olhos dourados deles, pode tocar o vento que passa pôr suas penas macias, pode conhecer a alegria de se elevar muito acima do mundo e suas preocupações. Pode permanecer no céu pôr tanto tempo quanto quiser, através da noite, pelo descer do sol; e quando sentir vontade de outra vez descer, suas perguntas terão respostas, suas preocupações terão acabado.Como tudo o que não pode ser tocado com a mão nem visto com o olho, seu presente se torna mais forte à medida que o usa.
A princípio, pode usá-lo apenas quando está fora de casa, contemplando o pássaro com quem você voa.Mais tarde, porém, se usá-lo bem, vai funcionar com pássaros que não pode ver, até que finalmente acabará descobrindo que não precisa do anel nem de pássaro para voar sozinho acima da quietude das nuvens.E quando esse dia chegar, deve dar seu presente a alguém que saiba que irá usá-lo bem, alguém que possa aprender que as coisas que importam são as feitas de verdade e alegria, não as de lata e vidro."
(LONGE É UM LUGAR QUE NÃO EXISTE - Richard Bach)
Mau, desejo que o anel sirva e que você viva muitos anos maravilhosos como esse 2008 que a gente sonhou, que tenha forças para as dores como em 2007, que me encontre sempre que precisar seja no telefone, nas cartas, nos e-mails, nas preces ou nos pensamentos. Que voe muito, porque você merece e pode ir longe.
Saudade grande aqui...Quando abrir seu presente, vem voando me dar aquele abraço?
Eu amo você
Feliz Aniversário! =D
sábado, 1 de março de 2008
And now

You're back...
E as pessoas se perguntam e te perguntam o porque. Elas querem chocolate, palavras em alemão, histórias lendárias da Suíça. Eu não faço questão. (tá, o chocolate é ótimo, mas não vem ao caso)
As histórias podem ser fabulosas, as palavras cômicas, o chocolate um espetáculo. Mas nada disso conta. Conta você.
Contam os sonhos, os sorrisos, o consolo nas horas certas e as tiradas nas horas incertas...A companhia de um telefonema sem porque, de um olhar trocado, de uma implicância programada. Conta a sua indignação e as nossas identificações que não se acabam. Os comentários curtos e as confidências rápidas, com medo de arrependerem-se. Conta você, que sabe.
Sabe as horas de falar e ouvir, sabe de tudo o que se passou, sabe o que vai ser agora. Sabe sempre o que fazer, até sem saber que sabe. Sabe não saber às vezes, o que é o máximo.
Eu não sei pra que isso, nem era isso que eu ia escrever.
Porque eu quero e pronto.
As pessoas talvez precisem sempre de um porque (questionar faz parte né?)
Mas hoje, eu não preciso dizer
Você sabe. E a minha pele não me cabe mais
Mas dessa vez é de felicidade
Afinal... you were always here, so close and far away
And now...
You are
Just being you...a genious, a crazy girl, a best friend
You're back
sábado, 16 de fevereiro de 2008
Formas de Amar
Tem horas que saudade dói. Solidão rasga. Desespero explode. Tem horas que a gente sente falta tão desesperadamente que erra... O menor sinal de presença e companhia é sorriso, mas perdê-lo é o fim de um mundo!
Tem horas que a gente grita, xinga, briga. Mas por trás de tudo há algo muito mais bonito do que raiva ou palavrões...
"Tem beijo que parece mordida
Tem mordida que parece carinho
Tem carinho que parece briga
Tem briga que aparece pra trazer sorriso
Tem sorriso que parece choro
Tem choro que é por alegria
Tem dia que parece noite
E a tristeza parece poesia"
E tem dias que tudo parece tristeza, certo Mau? E a saudade é mais desesperada quando há o vazio de um desentendimento sem porque.
Mas tudo se resolve. "coisas maravilhosas acontecem quando tudo dá errado. Coisas que não seriam possíveis se tudo tivesse dado certo"
"tem briga que aparece pra trazer sorriso"
Não vale a pena esperar? Eu sugiro espera.
E quando a ausência tiver fim, tentem um abraço.
Depois do abraço, aí sim vocês me contam, depois das lágrimas e do alívio.
Depois de ver que a forma mais linda do amor é base de tudo e não se perde por saudade. Porque a briga foi saudade.....
Stephanie, eu não sei quem é você e talvez você nunca me leia. Mas eu sei que saudade dói. E que a gente tem vontade de xingar o mundo inteiro quando os nossos planos de reencontro não funcionam. Mas a amizade é a forma mais linda e é base de tudo, repito isso quantas vezes for preciso.
Mau....sabe de uma coisa? "Quando eu menos merecer, me ame mais. Porque é nesse momento que eu mais preciso do seu amor"
Você sabe sentir mais saudade do que raiva e isso é santo. Mais do que sagrado: é o amor dos verdadeiros amigos.
Esse é o ano de não estar mais sozinho... Saudade é um privilégio de quem tem amigos.
Se a saudade dói, é porque tem alguém do outro lado da linha, na outra tela do msn, na outra ponta da vibração da prece... Quando a saudade doer, lembre-se disso: os que são completamente sós não podem mais sentir falta de outros. Vocês podem.
E não precisam de praia nem de julho pra sentir a mesma coisa.
Duas saudades entraram em choque hoje.Mas não existe separação
Existe amizade em desespero... existe a forma mais linda de amar
E isso, não há palavrão que rasgue
Tem horas que a gente grita, xinga, briga. Mas por trás de tudo há algo muito mais bonito do que raiva ou palavrões...
"Tem beijo que parece mordida
Tem mordida que parece carinho
Tem carinho que parece briga
Tem briga que aparece pra trazer sorriso
Tem sorriso que parece choro
Tem choro que é por alegria
Tem dia que parece noite
E a tristeza parece poesia"
E tem dias que tudo parece tristeza, certo Mau? E a saudade é mais desesperada quando há o vazio de um desentendimento sem porque.
Mas tudo se resolve. "coisas maravilhosas acontecem quando tudo dá errado. Coisas que não seriam possíveis se tudo tivesse dado certo"
"tem briga que aparece pra trazer sorriso"
Não vale a pena esperar? Eu sugiro espera.
E quando a ausência tiver fim, tentem um abraço.
Depois do abraço, aí sim vocês me contam, depois das lágrimas e do alívio.
Depois de ver que a forma mais linda do amor é base de tudo e não se perde por saudade. Porque a briga foi saudade.....
Stephanie, eu não sei quem é você e talvez você nunca me leia. Mas eu sei que saudade dói. E que a gente tem vontade de xingar o mundo inteiro quando os nossos planos de reencontro não funcionam. Mas a amizade é a forma mais linda e é base de tudo, repito isso quantas vezes for preciso.
Mau....sabe de uma coisa? "Quando eu menos merecer, me ame mais. Porque é nesse momento que eu mais preciso do seu amor"
Você sabe sentir mais saudade do que raiva e isso é santo. Mais do que sagrado: é o amor dos verdadeiros amigos.
Esse é o ano de não estar mais sozinho... Saudade é um privilégio de quem tem amigos.
Se a saudade dói, é porque tem alguém do outro lado da linha, na outra tela do msn, na outra ponta da vibração da prece... Quando a saudade doer, lembre-se disso: os que são completamente sós não podem mais sentir falta de outros. Vocês podem.
E não precisam de praia nem de julho pra sentir a mesma coisa.
Duas saudades entraram em choque hoje.Mas não existe separação
Existe amizade em desespero... existe a forma mais linda de amar
E isso, não há palavrão que rasgue
terça-feira, 15 de janeiro de 2008
Coragem
Porque a gente usa coragem como oposto de vergonha? Não sei.
Mas eu tô tentando vencer a minha covardia de ser tímida.
Tentando ousar, e isso é culpa dele.Ou mérito, quem sabe?
José de Alencar e Jorge Amado
Ana Cristina e Ana Carolina
Guimarães Rosa e Graciliano Ramos
Você vê algo em comum nesses nomes? Eu espero que exista entre essas pessoas. E sem simulação nem dissimulação.Ou não? Só ele sabe.
Eu ando fazendo homenagens demais... Mas esse foi o cara que me trouxe de volta e nem sabe. E as bochechas dele vão ficar vermelhas.
E me ensinou física dentro da literatura. (juro por Vinícius de Moraes!)
E quase me ensinou ironia (mas eu ainda não entendi). Ele nem sabe que o meu Destaque só me fez sentir alguém porque veio dele. De mais ninguém faria a diferença que fez, talvez nem importasse se não fosse por ele.
Esse ano de 2007 não foi nem um pouco fácil, né Mau? Mas em 2008 haja caneta pra tanta palavra. E é graças a ele que eu vou aprender a andar sozinha e a pé, sem nem carona.
Amanhã eu posso postar um texto realmente literário,uma coisa que preste. Mas hoje eu não caibo em mim de saudade, de gratidão, de vontade de exclamar, que nem a Adriana fez.
E eu? Ele não me chama de Aninha...Ele me chama de Ana Luiza, que é o meu nome pra vocês que não sabem.
Existe algo em comum naqueles nomes? Espero que exista entre aquelas pessoas. E creio nisso, porque agora sim eu posso ser um Destaque, com as melhores iniciais... Sabem por quê?
"Aninha do céu, ele chama André Luis"
E eu nunca soube ser literal... (acho que você também não, né André?)
Até outro dia
AL (é Flora, eu tomei coragem!)
Mas eu tô tentando vencer a minha covardia de ser tímida.
Tentando ousar, e isso é culpa dele.Ou mérito, quem sabe?
José de Alencar e Jorge Amado
Ana Cristina e Ana Carolina
Guimarães Rosa e Graciliano Ramos
Você vê algo em comum nesses nomes? Eu espero que exista entre essas pessoas. E sem simulação nem dissimulação.Ou não? Só ele sabe.
Eu ando fazendo homenagens demais... Mas esse foi o cara que me trouxe de volta e nem sabe. E as bochechas dele vão ficar vermelhas.
E me ensinou física dentro da literatura. (juro por Vinícius de Moraes!)
E quase me ensinou ironia (mas eu ainda não entendi). Ele nem sabe que o meu Destaque só me fez sentir alguém porque veio dele. De mais ninguém faria a diferença que fez, talvez nem importasse se não fosse por ele.
Esse ano de 2007 não foi nem um pouco fácil, né Mau? Mas em 2008 haja caneta pra tanta palavra. E é graças a ele que eu vou aprender a andar sozinha e a pé, sem nem carona.
Amanhã eu posso postar um texto realmente literário,uma coisa que preste. Mas hoje eu não caibo em mim de saudade, de gratidão, de vontade de exclamar, que nem a Adriana fez.
E eu? Ele não me chama de Aninha...Ele me chama de Ana Luiza, que é o meu nome pra vocês que não sabem.
Existe algo em comum naqueles nomes? Espero que exista entre aquelas pessoas. E creio nisso, porque agora sim eu posso ser um Destaque, com as melhores iniciais... Sabem por quê?
"Aninha do céu, ele chama André Luis"
E eu nunca soube ser literal... (acho que você também não, né André?)
Até outro dia
AL (é Flora, eu tomei coragem!)
sexta-feira, 11 de janeiro de 2008
Louis (será que você lembra?)
Eu de novo!
Na mesma noite, sim senhores...
Foram meses de abstinência e um post apagado, portanto, há que se compreender o meu estado.
Hoje é noite de homenagens. E por mais brega que possa te parecer, meu caro amigo, o único assunto não convencional que me veio à mente foi você. Satisfeito? Quero escrever de saudade, de morte, de amor, de subjetividade, de literatura, de vida, de felicidade, de humanidade
Mas se tudo parece irritantemente repetitivo, eis meu tema de hoje: você!
Quem mais se arriscou a falar de Arthas como eu falo?
"Um livro feito só de entrelinhas" deve ter sido uma das minhas melhores frases.
Por isso cá estão meus silêncios que te amam, com ausências ou sem elas. Em branco, preto, amarelo, lilás e rosa. Contra a sua vontade que, por natureza, gosta de ser contrária. Com o apelido de sempre subestimando todos os seus pseudônimos. Mas sem nomes verdadeiros, que você não precisa disso pra me entender.
Histórias Extraordinárias, O Corvo, O Pálido Olho Azul.
Mudanças, uma casa em Diamantina e Edgar Allan Poe no natal.
Quem precisa de mais?
Agora, confesse!
Esse texto também é mais uma cópia barata que eu li em algum lugar?
Na mesma noite, sim senhores...
Foram meses de abstinência e um post apagado, portanto, há que se compreender o meu estado.
Hoje é noite de homenagens. E por mais brega que possa te parecer, meu caro amigo, o único assunto não convencional que me veio à mente foi você. Satisfeito? Quero escrever de saudade, de morte, de amor, de subjetividade, de literatura, de vida, de felicidade, de humanidade
Mas se tudo parece irritantemente repetitivo, eis meu tema de hoje: você!
Quem mais se arriscou a falar de Arthas como eu falo?
"Um livro feito só de entrelinhas" deve ter sido uma das minhas melhores frases.
Por isso cá estão meus silêncios que te amam, com ausências ou sem elas. Em branco, preto, amarelo, lilás e rosa. Contra a sua vontade que, por natureza, gosta de ser contrária. Com o apelido de sempre subestimando todos os seus pseudônimos. Mas sem nomes verdadeiros, que você não precisa disso pra me entender.
Histórias Extraordinárias, O Corvo, O Pálido Olho Azul.
Mudanças, uma casa em Diamantina e Edgar Allan Poe no natal.
Quem precisa de mais?
Agora, confesse!
Esse texto também é mais uma cópia barata que eu li em algum lugar?
O Diário de Bordô
No painel de fotos, não tem você
Tem a França e a Suíça
E entre elas um papel cor-de-rosa
Amarelo ou Bordô talvez fosse melhor. Mas será que você sabe dizer, se o espaço é o Brasil?
Ou seria a Inglaterra?
Talvez seja o nosso mundo sem distâncias
Talvez sejam os quilômetros que separam São Paulo e Campinas, Belo Horizonte e Governador Valadares, Medicina e Literatura, o seu celular e o meu. Quem sabe nem é coisa alguma
E sou quem invento mil significados.
Que saudade de você que nunca foi embora! Cada vez mais eu acho que o Richard Bach estava certo... " Quando você quer estar com alguém que ama, já não está lá?"
Eu tô com vontade de dizer mais.Mas nesse post só cabem você e o seu diário nada convencional
E nada de despedidas...
...É hora de dizer oi e aquecer a Suíça, certo?
Tem a França e a Suíça
E entre elas um papel cor-de-rosa
Amarelo ou Bordô talvez fosse melhor. Mas será que você sabe dizer, se o espaço é o Brasil?
Ou seria a Inglaterra?
Talvez seja o nosso mundo sem distâncias
Talvez sejam os quilômetros que separam São Paulo e Campinas, Belo Horizonte e Governador Valadares, Medicina e Literatura, o seu celular e o meu. Quem sabe nem é coisa alguma
E sou quem invento mil significados.
Que saudade de você que nunca foi embora! Cada vez mais eu acho que o Richard Bach estava certo... " Quando você quer estar com alguém que ama, já não está lá?"
Eu tô com vontade de dizer mais.Mas nesse post só cabem você e o seu diário nada convencional
E nada de despedidas...
...É hora de dizer oi e aquecer a Suíça, certo?
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